Os presentes que 2025 deixou para o varejo: lições para levar para 2026 é um convite à reflexão. No varejo, esse momento vale ouro: é quando olhamos para o que construímos, entendemos o que funcionou e reconhecemos os presentes que o ano nos deixou. Em 2025, esses presentes foram muitos, e todos carregam aprendizados importantes para 2026.
O primeiro presente foi a consciência. Cada vez mais, empresas entenderam que crescimento sustentável depende de clareza sobre o cliente. Investir em dados deixou de ser um luxo e passou a ser uma necessidade. Mas não qualquer dado. Dados organizados, integrados, governados e usados com propósito.
Outro presente relevante foi o avanço das tecnologias de personalização. As empresas que se destacaram foram aquelas que souberam transformar informações em jornadas inteligentes, usando automações não para substituir a humanização, mas para fortalecê-la. Personalizar virou sinônimo de respeito. E respeito gera fidelidade.
Também recebemos o presente da aproximação. Eventos, encontros, feiras e conversas mostraram que o varejo está vivo. Houve troca real, colaboração e uma nova visão sobre o futuro. O setor entendeu que ninguém cresce sozinho. Parcerias sólidas se tornaram parte da estratégia.
Por fim, talvez o maior presente tenha sido o reconhecimento de que o cliente mudou. Ele quer clareza, agilidade, relacionamento e marcas que se posicionam com responsabilidade. Quem acompanhou essa mudança colheu resultados. Quem resistiu, aprendeu da maneira mais difícil.
Levar esses presentes para 2026 significa apostar em um varejo mais inteligente, mais integrado, mais humano e mais intencional. O ano que vem promete novos desafios, mas também novas oportunidades. E quem usar os aprendizados de 2025 como bússola certamente caminhará na direção certa.
